Publicado em: 14 de dezembro de 2018
O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, recebeu, na noite de quinta-feira (13), o título de Sócio Honorário da Associação Brasileira de Advogados, concedido apenas uma vez a cada ano àqueles que prestam relevantes serviços à justiça, à democracia e à advocacia do país. A homenagem foi conferida pelo presidente da ABA, Esdras Dantas Souza.
“É um título que concedemos a pessoas realmente especiais. E o senhor é uma pessoa especial, um magistrado vocacionado, que pensa nas pessoas que devemos servir. Além disso, foi um advogado combativo, militante e, depois, tornou-se um líder da advocacia do seu estado, quando se tornou presidente da Seccional da OAB em Alagoas”, assinalou Esdras Dantas.
Marcus Vinicius Furtado Coêlho, presidente de honra da ABA, também homenageou o corregedor nacional. “O ministro Humberto Martins é um dos maiores defensores das prerrogativas dos advogados no âmbito do Superior Tribunal de Justiça. É aquele que sabe que advocacia e magistratura são duas asas do mesmo pássaro (jurisdição), é uma das maiores autoridades do Poder Judiciário”, falou Furtado Coêlho.
Efetivação da justiça
Martins, em suas palavras, lembrou que a Constituição Federal reconhece ao advogado a função essencial e primordial de efetivação da justiça. “ Sem os advogados, não é possível que o Poder Judiciário realize a sua função social, como instrumento de coesão, e a força da advocacia vem de sua união, por meio da Ordem dos Advogados do Brasil e das associações de advogados, que atuam permanentemente em defesa dos ideais democráticos”, destacou o corregedor.
Ao falar da ABA, o ministro ressaltou que a instituição tem papel bem mais amplo do que a simples promoção e defesa da classe dos advogados, trabalhando como uma defensora da sociedade brasileira, da democracia e da justiça.
“Somente assim é que poderemos concretizar as promessas do Estado social, de forma humana, justa e fraterna. Por isso que sempre faço questão de exortar: Sem advogado, não há Justiça. Sem Justiça, não há cidadania”, afirmou Humberto Martins.
O ministro finalizou suas palavras dizendo que, apesar de estar no Superior Tribunal de Justiça e na Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça, cumprindo outra missão, não se esquece de todos aqueles que trabalham em busca por uma advocacia respeitada e uma cidadania plena.
“E eu, de minha parte, não escondo de ninguém: sou um eterno apaixonado pela advocacia e pelo Poder Judiciário. Sou um homem feliz! Nada tenho a murmurar, sempre a agradecer”, concluiu o corregedor.
Fonte:STJnotícias