Publicado em: 7 de agosto de 2019
Representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reuniram-se nesta semana com magistrados do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) para conhecer a experiência da corte com a coleta biométrica e a expedição de documentação civil para a população privada de liberdade. No estado, o banco de dados de biometria de pessoas privadas de liberdade é abastecido continuamente desde os anos 1990. A reunião faz parte da agenda do programa Justiça Presente, que, entre outras ações, trabalha para garantir documentação a esse público a partir da identificação pela biometria em escala nacional com foco em cidadania. As ações em campo serão iniciadas em janeiro de 2020.
Fonte:Portal CNJ – CNJ