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O SINDJU pauta suas ações pelo equilíbrio e diálogo, pois entende que as normas que regem o funcionalismo público são diferentes daquelas que regem os funcionários celetistas.
O SINDJU, diferente de outras associações de classe que militam marginalmente pelos corredores do TJE, posiciona-se de maneira sensata e equilibrada em relação a mensagem enviada ao Pode Legislativo com o intuito de ampliar nossa jornada de trabalho.
O SINDJU tem acompanhado pelo Brasil a fora as discussões sobre o tema, e verificado que através de diálogos equilibrados, é possível chegar a um acordo satisfatório. Evitando, dessa maneira, discursos sectários e desequilibrados que expôe a categoria dos funcionários do TJE a execração pública. Haja vista, a opinião pública ter a falsa idéia, imposta pela mídia, de que não trabalhamos e ganhamos altos salários e nos aposentamos com milhões.
O SINDJU entende que esse é um problema que deve ser resolvido "interna corporis". É um problema, cuja solução deve e pode ser encontrada entre a categoria e pela categoria. O SINDJU descobriu o envio desse projeto no meio do recesso judiciário e legislativo, graças ao seu trabalho incansável de articulação entre nós funcionários públicos do TJE. Sem grito. marcou uma reunião com a categoria, foi surpreendido pelos tocadores de bumbo, que diziam não existir tal projeto. Dessa forma, todo o trabalho de articulação e mobilização do SINDJU teve que ser refeito.
A Diretoria do SINDJU solicitou uma audiência com o Presidente do TJE e, informamente, conversou com o Desembargador Rômulo Nunes nessa segunda-feira 8 de fevereiro, onde lhe foi colocado a necessidade de compensar o provável aumento da jornada de trabalho com o reajuste de em torno de 17% nos vencimentos da categoria. A fim de evitar demanda judicial que o SINDJU moveria contra o TJE, por conta da ofensa ao princípio da irredutibilidade de salários e outros vícios detectado no anteprojeto de lei. Uma vez que tal questão é matéria de direito, tendo inclusive decisão favorável prolatada pelo ministro Lewandovisk do STF.
O Desembargador, junto com sua assessoria, contra argumentou a necessidade de corrigir essa distorção salarial que ocorrerá caso seja ampliado a jornada de trabalho em mais uma hora, e nos convocará para uma reunião formal com uma proposta concreta que nós, do SINDJU, levaremos ao conhecimento de toda categoria do judiciário paraense em assembléia a ser marcada. É assim que se trabalha: sem grito.
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